Estudo destaca nove parlamentares da legenda entre os “Cabeças do Congresso” e aponta sigla como uma das principais forças de articulação no Legislativo
O Partido Social Democrático (PSD) figura entre as legendas com maior influência no Congresso Nacional, segundo a edição de 2026 do levantamento “Cabeças do Congresso Nacional”, elaborado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). O estudo reconhece os parlamentares com maior capacidade de liderança, articulação e participação nas principais decisões do Poder Legislativo.
De acordo com o ranking, o PSD ocupa a terceira posição entre os partidos com representação no Congresso, reunindo nove parlamentares classificados entre os mais influentes: cinco deputados federais e quatro senadores.
Na publicação, o DIAP destaca que o partido consolidou sua posição como uma importante força de articulação política no Parlamento, ressaltando o papel de seus integrantes na construção de consensos e na condução de negociações legislativas.
Entre os deputados federais apontados como integrantes da chamada elite parlamentar estão Antonio Brito (BA), Laura Carneiro (RJ), Domingos Neto (CE), Luiz Gastão (CE) e Wellington Roberto (PB). Segundo o levantamento, esses parlamentares se destacam pela atuação em debates, votações, formulação de propostas e articulação política.
O estudo também identifica os chamados “Parlamentares em Ascensão”, categoria destinada a congressistas que vêm ampliando sua influência e assumindo protagonismo em pautas legislativas. Pelo PSD, foram mencionados Hugo Leal (RJ), Túlio Gadêlha (PE), Pedro Paulo (RJ), Otoni de Paula (RJ) e Mersinho Lucena (PB).
A edição de 2026 do levantamento reúne os 100 parlamentares considerados mais influentes do Congresso Nacional, sendo 69 deputados federais e 31 senadores, além de uma lista complementar com 50 nomes em ascensão. A avaliação considera o desempenho legislativo dos congressistas em efetivo exercício do mandato desde o início da legislatura até junho de 2026.
O ranking elaborado pelo DIAP é tradicionalmente utilizado como referência para analisar a capacidade de articulação política e o protagonismo de deputados e senadores na condução dos trabalhos do Congresso Nacional.