Uberlândia, cidade de 761 mil habitantes da região do Triângulo Mineiro, se tornou a capital de Minas Gerais até sábado (28), dentro da iniciativa Governo Presente. No município, o novo governador do Estado, Mateus Simões (PSD), comandou a cerimônia de entrega de uma série de equipamentos às Forças de Segurança de Minas Gerais, garantindo armas mais leves para agentes da Polícia Civil e equipamentos de comunicação e georreferenciamento para o Corpo de Bombeiros na região.
“Estamos mudando completamente as armas que estão na mão da nossa Polícia Civil, para aumentar a efetividade. Além disso, estamos fazendo investimentos no rádio dos bombeiros, no georreferenciamento e na capacidade de identificar onde está cada viatura, cada agente, para que possamos mobilizar as Forças de Segurança de forma mais rápida”, explicou Mateus Simões.
Foram entregues 80 novas pistolas Glock (modelos G19 e G26, calibre 9mm) para as unidades da PCMG em Uberlândia e Araguari. As armas também beneficiarão operacionalmente os municípios vizinhos de Indianópolis, Estrela do Sul, Cascalho Rico, Grupiara, Tupaciguara e Araporã. “Arma leve de porte e moderna significa segurança operacional para a polícia e segurança pessoal para o agente”, destacou o governador de Minas Gerais.
Impacto
Os investimentos se referem ao Projeto de Implantação de Radiocomunicação Crítica, lançado pelo Governo de Minas e pelo Corpo de Bombeiros, uma das maiores iniciativas de modernização tecnológica da instituição, com um investimento total no projeto, para todo o estado, de quase R$ 100 milhões.
Desse valor, R$ 12,9 milhões são destinados à área do 2º Comando Operacional de Bombeiros, em Uberlândia, dos quais R$ 2,5 milhões serão aplicados especificamente no município. O novo sistema substituirá gradualmente as antigas comunicações analógicas por tecnologia digital, proporcionando maior confiabilidade, cobertura, estabilidade e rapidez nas operações.
As transferências vão se repetir em outras 19 cidades até junho, com o objetivo de reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao chefe do Executivo conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores locais, incluindo cidades ao redor das respectivas capitais provisórias.